Capítulo 8

4778 Words

Minhas mãos tremiam, respirava com dificuldade, o coração doendo no peito. Fazia o que podia para não voltar lá e acabar com aqueles três idiotas, ou fazer Ana Vitória comer o restante das cartolinas, não que tivessem sobrado muitas. Não querendo ver a gravidade da situação, dei só uma olhada por cima no que restou, menos da metade. Trabalho que levou meses foi lavado em segundos. Segurava com tanto afinco na pia do banheiro que sentia os nós dos dedos doerem, antes de ficarem dormentes. Não estava no banheiro principal, haveria muitos rostos ali, precisava da privacidade que o banheiro da quadra oferecia. “Maldita garota,” pensei sem realmente estar pensando em algo. A mente confusa não conseguia organizar nada além de xingamentos. Xingava Ana Vitória mesmo sabendo que ela tivera tanta

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