Capítulo V

1258 Words
Murilo dirige por alguns minutos, e para em frente a um restaurante cinco estrelas que tinha na cidade. Rebeca olha aquele restaurante e fica abismada com a beleza do lugar. — Pensei que pudéssemos comer alguma coisa. E conversar melhor. Mas se você preferir, podemos ir logo para os finalmente. — Podemos jantar antes, achei uma ótima ideia! — Respondeu a jovem, dando um sorriso. Ao entrarem no restaurante, o casal virou o centro das atenções. Não apenas pela beleza de ambos, mas também pela curiosidade de todos que estavam no lugar. — Boa noite! Uma mesa para dois, por favor — pediu Murilo, educado. — Boa noite senhor, seja bem vindo ao nosso restaurante — disse a atendente, dando um sorriso malicioso. — Uma mesa para dois, por favor! — Murilo pediu novamente, puxando Rebeca pela cintura para mais perto de si. — Oh, claro! Irei chamar um garçom que irá levar você e sua adorável filha até uma mesa. Fiquem à vontade — respondeu a mulher, se insinuando para o loiro. Rebeca ficou passada com o oferecimento da atendente. Maurício era muito bonito, isso era fato! Mas cortejá-lo assim, sem disfarce nenhum, já era demais. — Primeiro, ponha-se no seu lugar, senhorita! Se você fosse minha funcionária, já teria lhe demitido! Pois é muita falta de ética ficar se oferecendo dessa maneira. E segundo, Mya não é minha filha, é minha companheira. Agora se me der licença, deixe que eu mesmo ache uma mesa — respondeu rude. O casal então sai deixando uma atendente pasma com a notícia e uma Rebeca sorrindo vitoriosa. Ela tinha amado aquele momento. O casal então vai para uma mesa e são atendidos por um dos garçons. Ambos conversavam à vontade, parecia até que já se conheciam a anos. Rebeca fica completamente apaixonada pelo jeito do loiro. Aquele homem rude, charmoso, confiante e tão dono de si, dá lugar a um homem com sorriso fácil, brincalhão, meio lerdo e totalmente desastrado. Parecia até que era uma outra pessoa que estava ali com ela. (...) Após o jantar, eles vão para o carro. Mas antes, Murilo coloca o braço sobre Rebeca e lhe dá um beijo, mostrando para todos, que eles estavam juntos, como casal. Saindo do restaurante, o homem levou a jovem para uma de suas casas. Aquela estava sendo a primeira vez que ele estava levando uma mulher para aquele lugar. Naquela noite, ele estava seguindo seu coração. Afinal, Gustavo estava certo — no fundo, Murilo estava cansado de passar apenas noites acompanhadas. Era a hora de dar uma chance ao seu coração. (...) — Chegamos ao abatedouro — disse Rebeca, entrando na residência. — Não! Chegamos em minha casa. Umas das que eu possuo. Você é a primeira mulher que vem aqui depois de anos. Até agora, apenas minha família e meus amigos vieram pra cá. — Respondeu Murilo. — Você mora aqui? — Perguntou a morena, curiosa. — Não! Eu moro em outra casa. Essa daqui é para quando eu quero fugir do mundo. Aqui é meu esconderijo. — Entendo… — Respondeu, encarando o mais velho. Murilo começa a beijar a morena, e diferente do beijo que eles trocaram na festa, aquele era mais calmo. — Você não faz ideia de como eu estou querendo te fuder — Confessa Murilo, no ouvido da jovem. — E você está esperando o quê para fazer isso? — Rebeca retruca, provocante. — Prepare-se para ficar com as pernas bambas, minha jovem — o homem responde dando um sorriso safado para a morena. — Pois eu duvido que você consiga. — continuou provocando. Murilo então começa um beijo ardente. Ele já queria t*****r com aquela morena, e ouvi-la o provocando foi demais para seu ego. Ela iria se arrepender da melhor forma possível. Rebeca não iria conseguir andar direito no outro dia, ou ele não se chamaria Murilo Albuquerque. O loiro então levanta a moça que enrola as pernas entre a cintura dele. Os beijos iam ficando cada vez mais quentes e necessários. Cada toque era envolvido de luxúria. E ambos estavam querendo se unir. Acabar de vez com o desejo que estava acabando com eles. (...) Ao chegarem no quarto, Murilo coloca Rebeca em cima da cama e a observa. Aquela mulher era linda! O homem volta a beijar a jovem enquanto fica com movimentos de vai e vem. E sem avisar, ele dá um tapa na cara da morena que a faz ficar surpresa. — Safada! — diz com a voz carregada de desejo. — Você acabou de me dar um tapa — Rebeca responde, surpresa. — E vai se acostumando, pois eu estou apenas começando. Essa noite eu vou fazer tudo com você. E diferente do seu namoradinho, e de todos os outros garotos com quem você já transou, eu sou um homem! E sou eu quem dito as regras por aqui. Você fará exatamente tudo que eu mandar. Entendido? — disse com uma cara de safado enquanto se esfregava na morena. — Aff! Você todo mandão desse jeito parece o Ma... — Shiiii! — disse Murilo, colocando os dedos sobre os lábios da morena. — Não me compare com esse garoto! Eu já te disse, você vai t*****r com um homem, e não com um moleque. Agora, vamos colocar essa boca linda para funcionar. Meu p*u já não aguenta mais de tanto t***o. Murilo então se levanta e começa tirar sua roupa lentamente. Rebeca não perdia nenhum movimento do loiro. E ao vê-lo tirar peça por peça ficou pasma com o físico do homem. Não era possível que ele tivesse o dobro de sua idade. Ele era perfeito! Um deus grego! E ao vê o homem tirar sua cueca, a jovem fica de boca aberta e os olhos arregalados. Aquele m****o era sem dúvidas, o p*u mais grande e mais grosso que a morena já tinha visto. — Gosta do que vê, querida? — pergunta com a voz carregada de desejo enquanto se masturba. — Si...sim! — Rebeca respondeu, envergonhada. — Venha aqui, deixe-me tirar essa sua roupa para poder colocar essa sua boca gostosa para trabalhar! Rebeca então se levanta da cama e começa a tirar sua roupa, peça por peça, lentamente, enquanto os olhos de Murilo estavam sobre o corpo dela. E ao ficar totalmente nua, ela sente um arrepio percorrer o seu corpo quando vê Murilo mordendo os lábios e dando um sorriso de lado. Aquele homem era extremamente sedutor. Murilo, sem dizer uma palavra, se aproxima da morena e puxa seus longos cabelos, fazendo ela jogar a cabeça para trás, deixando seu pescoço com acesso livre ao loiro. Sem perder tempo, ele começa a beijar e a mordiscar o pescoço alvo da jovem enquanto uma das mãos puxava os cabelos da morena e a outra estava apalpando sua b***a. — Pedro, não deixe marcas — disse, ofegante. Ao ouvir o que a morena disse, o loiro dá um tapa na b***a da jovem que a fez dar um gemido alto. — Sem marcas, Pedro! — repetiu a jovem em um gemido. — Você está falando demais, minha querida — disse no ouvido da moça — vamos deixar essa boquinha ocupada um pouco. De joelhos — disse em um tom autoritário olhando para a jovem. Rebeca nada falou. Apenas se ajoelhou diante do loiro sem quebrar o contato visual. Murilo então dá outro tapa no rosto da jovem e puxa seus cabelos mais uma vez. Mas desta vez, a morena estava com um sorriso safado nos lábios, o que fez o homem ficar mais excitado
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