Capítulo XXVIII

713 Words

— Oi, meu filho. — o loiro fala, atendendo a ligação rapidamente. — Pai, aconteceu alguma coisa? Porque você não chegou ainda? Estamos preocupados. — Não, não aconteceu nada. — Aqui está senhor. — a atendente falou, trazendo a bebida. — Essa voz é da Rebeca? Ela ainda está com você? — Não. Eu já a deixei em casa. Estou em uma conveniência, vim comprar uns salgados, refris e sorvete. — Sorvete? — o rapaz perguntou, animado. — Napolitano. O seu preferido. — Você não existe pai. Você é o melhor. — Tenho que desligar, vou voltar para o carro. — Vem logo, e não come o meu sorvete sozinho. — Isso eu já não posso garantir. — Murilo falou, enquanto pegava as coisas que havia falado. — Te amo, pai! — Eu também te amo, meu filho. — o loiro falou, desligando o celular logo em seguida.

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