A faço ficar de pé e a deito de barriga para baixo na mesa, seguro suas mãos atrás sobre as costas, suas ancas ficam empinadas em minha direção e meu m****o lateja dentro da calça, louco para ser liberto. Abaixo a cueca que ela veste, dobro meus joelhos e começo a lamber sua f***a, não demora para eu ouvir seus gemidos, quando vejo que ela está molhada o suficiente retiro meu m****o e enfio nela sem um pingo de delicadeza. — Aíí, Iurii! — ela grita meu nome. — Isso, geme pra mim — mando e ela me obedece. Uso minha mão livre e seguro firme sua cintura, vou aumentando cada vez mais o ritmo dos movimentos, o som da minha virilha batendo em sua b***a grande ecoa por toda a cozinha. Quando sinto suas paredes me apertarem com força, saio de dentro dela. — Ei, termina o que começou! Você não

