Mariah Narrando Tava bolada, né? Com tudo que a Edna deixou pela metade. Ela é uma pessoa tão tranquila e serena, mais parece ter um passado tão conturbado. Ela nem terminou de falar, mas dava pra ver no olhar dela que tinha muito mais coisa por trás. Dei o toque pra ela se cuidar, e já que ela tava na loja, nem tinha muito o que fazer. Era hora de voltar pro trampo, e eu subi pro alto do morro, como sempre faço. Cheguei na boca e chamei o Léo. O cara tava ali de boa, esperando a movimentação rolar. O tráfico não para, e nem o fluxo de informação. — E aí, Léo? – perguntei, com aquela cara de quem não tava esperando muita resposta, mas a curiosidade tava me consumindo. Ele tava de olho na rua, mas me viu chegando e logo deu aquele sorriso. Léo sempre tem esse jeito de analisar tudo ante

