Júlio Narrando Desde que conheci a Vih, sonhava com esse momento. Ela sempre teve algo de hipnotizante. Cada gesto, cada palavra, tudo nela me prendia. E agora, com ela diante de mim, toda minha imaginação parecia tímida perto da realidade. Mais linda, mais intensa, mais saborosa do que jamais ousei pensar. Segurá-la de costas, meter nela com força enquanto a enforcava com prazer. Foi a melhor sensação da minha vida. Eu podia ouvir seus gemidos, sentir o calor do seu corpo se entregando a mim. Era como se o mundo tivesse desaparecido, restando apenas nós dois. Depois, falei para ela que ia voltar. — Júlio, você não vai voltar — ela respondeu, com um sorriso cínico que só ela sabia dar. — Eu vou, Vih. Estou te dando a minha palavra. Ela riu, como se duvidasse de cada palavra minha. Nã

