Capítulo 5

1328 Words
Ele n**a. —Acho que é cansaço, vou ter calma, estive pensando no que Eduardo disse, minha filha precisa de um homem ao seu lado, se eu for embora não quero que ela fique sozinha. —Acho que Bruna ainda é muito jovem para se casar. Estevão sorrir. —A mãe dela tinha dezoito anos quando se casou comigo, pense que seria melhor se Bruna tivesse alguém na vida dela, minha filha ultrapassou os limites com você, por ciúmes. Thomas não responde, estranhamente ela estava em silêncio desde que ele partiu para California ela que não parava de assediá-lo o dia todo, agora nem mandou bom dia. ***** Bruna ainda não queria voltar para Los Angeles, ela não se sentia preparada para ver Thomas. —Você o ama desde os oito anos de idade? — seu relacionamento com Piter havia crescido durante todo esse tempo, ela se sentia protegida com ele em Califórnia. Cecilia era uma mulher muito inteligente, diante de Thomas ela era meiga, compreensiva, mas não demonstrava para ele seu lado possessivo, malévolo, ciumento, essa parte só era conhecida pelas pessoas que cruzavam seu caminho. Ela pegou Thomas pela mão, gostava de ver como as mulheres se voltavam para olhá-la cheias de inveja porque aquele homem lindo e milionário era dela. Bruna sentiu Piter pegar sua mão e apertá-la. —Sinto muito, Bruna. Ela tentou sorrir, mas não conseguiu. Ela passou a mão no rosto para enxugar as lágrimas. Eles estavam chegando ao aeroporto de voltar para casa. Ela nunca imaginou ver o homem que amava ali, esperando por outra mulher. Não se lembrava de tê-lo visto sorrir como havia feito com a mulher que acabara de chegar, ele nunca se preocupou em ir esperá-la em um aeroporto, das vezes que ela reclamou com ele, sempre estava ocupado. —Acho que ele vai levar ela na casa do meu pai para apresentá-la, não vou para casa, vou ficar em um hotel. Não, fique comigo no meu apartamento, Piter ofereceu, ela olha para ele. — Eu me tornei um fardo para você, ele sorri enquanto as lágrimas escorrem por seu rosto. — Ele nunca veio me buscar no aeroporto. Piter Guille não disse nada, limitou-se a abraçá-la com força e espalhar beijos por todos os seus cabelos, ele entendia Bruna melhor que ninguém. —Sinto muito — Bruna cai na poltrona, Piter tinha bebidas e ofereceu a ela. Porém, ele se deu m*l se estava com segundas intensões porque ela não bebeu. Piter, morava em um prédio elegante, seu apartamento era um dos últimos, ele tinha uma vista espetacular da cidade de Los Angeles, no quarto que encontraram a parede A frente era de vidro. — Piter, você disse que não morava aqui e esse apartamento? — E do meu amigo ele viajou e me deixou aqui. — Vai chorar a tarde toda? —Ela levanta e vai até o banheiro e aproveita e coloca seu pijama rosa. — Pronto só quero dormir! Está bebendo? — Não se preocupe, ele tomou um gole de sua bebida. —Eu pedi algo para o jantar, deve estar chegando. — Obrigado, ela murmura. Os dois permaneceram em silêncio por um tempo, quando o porteiro tocou, ele se levantou. Bruna se perguntou quem era a mulher que estava com Thomas? — Vamos comer? Ela balança a cabeça e se levanta para ir até a mesa. Sorrir quando viu comida chinesa. Ela não gostava muito disso, mas não disse nada. Ela percebeu seu olhar triste. Até agora, ele não havia conversado muito com ela sobre sua vida. Jantaram em silêncio. Quando terminaram, ela limpou a mesa e levou a louça para a pia. —Deixe-os, amanhã a senhora que cuida da minha da casa vai lavá-los. Bruna sorriu tristemente, ela sabia que ele sabia que ela não sabia cozinhar e que nunca havia lavado um prato na vida. Os dois ficaram em silêncio ao ouvirem a fechadura do apartamento de Piter, girar ela olhou para ele perplexa, presumiu que ele estava sozinho. —Você finalmente chegou! Ela ouve uma voz masculina atrás deles, se vira e olha para a versão de Piter, mas cerca de cinco anos mais velho. — Lorenço, você esqueceu de bater, o homem encolhe os ombros, seu olhar escuro parando em Bruna. —Quem é esse? —Ele coloca a mão dentro da jaqueta e tira o dinheiro —Não importa, nos deixe em paz, você pode ir—ele estende o dinheiro para Bruna — Que diabos está fazendo? —Piter troveja. —Nós precisamos conversar! Estou lhe dando dinheiro para o táxi. Bruna que era naturalmente tímida, deu um passo para trás, os olhos indo Piter indo para o irmão. —Falaremos amanhã! Saia da minha casa! —Desde que conheci Piter foi a primeira vez que o vi chateado. —É importante Piter, sua conquista de uma noite, ela pode voltar amanhã —Bruna franze a testa, irritada ao ver que o homem tira mais dinheiro —Desculpe, querida, mas é importante. —Eu disse amanhã! —Lorenço olha para Bruna da cabeça aos pés com arrogância e depois para o irmão. —Você esqueceu quem dá as ordens aqui —Piter franze a testa furiosamente —Você perdeu a oportunidade de ganhar dinheiro, v***a —Bruna arregalou os olhos e sem pensar deu um tapa forte nele. —Maldito egocêntrico! —Lorenço levanta a mão para bater nela, mas Piter segura sua mão com força. —Você toca nela e seu negócio com os Carvalhos desmorona, a família Carvalho não vai te perdoar por tocar na princesa deles. Lorenço arregala os olhos de surpresa, ela solta o aperto do irmão e depois olha bem para ela, ela nunca havia batido em alguém, sentiu a mão doer, mas não demonstrou, ergueu o queixo. —Você está com uma Carvalho?—sorri cheio de zombaria —Seria uma grande novidade. —Piter, você deveria ter me contado que morava com essa pessoa horrível, estou indo para casa. —Horrível? —O irmão de Piter lhe dá um sorriso encantador —Me desculpe pela confusão, mas ultimamente meu irmão só tem trazido mulheres da rua. Bruna revira os olhos. — Irmão? Ele me disse que você era um amigo! Ela sai da cozinha e vai rapidamente para o quarto, mas consegue ouvir. —Você deve aceitar que Ana não era para você, sei que está ressentido porque ela me escolheu, mas não esqueça que é seu dever comparecer ao meu casamento. Bruna havia sido detida, ela entendia a hostilidade entre os dois irmãos, era por amor de uma mulher, ela entra no quarto e senta na cama, ambos sofriam de um amor não correspondido. —Você é muito bonita — Estevão sorri para a jovem, Thomas havia levado para a casa do seu tio primeiro e depois ia ver seus pais. Cecilia adorava cada cantinho que via, sentia inveja do lugar onde Thomas havia crescido, nem comparei onde ela fez isso, no orfanato horrível, onde ela nunca teve roupa nova, ela herdou tudo das outras meninas. — Obrigada Sr. Estevão pelo elogio. A voz de Cecilia era doce, ela dava a impressão de um lindo anjo caído do céu, os para Thomas que gostavam muito da menina. Logo foram para casa dos pais de Thomas e o Sr. Eduardo amou a Cecilia ao contrário de sua mãe. Que no fundo gostaria que Thomas, estivesse a união de seu filho e Bruna, sua sobrinha que amava profundamente, mas ela sabia que seu filho não a amava, ele a rejeita e sua esperança acabou quando viu a bela jovem de cabelos pretos. ***** Thomas acompanha Cecilia até o quarto, naquele dia ele ficaria na casa de seus pais. —Eu sei que é uma loucura, sua casa está extremamente limpa—ela abaixa o olhar timidamente—Mas você pode dar uma olhada embaixo da cama e ao redor? Ele sorri e leva a mão dela até sua bochecha.
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