Capítulo 10

1207 Words
Alan está satisfeito com o artigo que Samuel mostrou, embora certamente mencione que gostaria que ele fosse mais enfático com os pontos negativos. No entanto, ambos sabemos que a recreação, apesar de ser uma revista que vai além das outras, também tem certos limites que não devem ser ultrapassados para continuar publicando. Esta revista sempre foi uma estratégia para lavar dinheiro, mas agora é um negócio bastante divertido com muitas possibilidades, pelo menos até eu conseguir caçar aquela jovem irreverente. — Fernanda —murmurou enquanto eu tirava o cheiro da roupa interior que lhe roubei. A cada poucas horas eu me masturbo fazendo isso, mas estou ficando cansado que ela não será a única aqui a saciar o meu desejo. Eu a quero na minha cama, aberta e receptiva a mim. Eu não me importo se você me odeia por arrastá-la de volta para mim; ela me obedecerá e será minha, ninguém será capaz de tocá-la. Quando termino esse descanso agradável, guardo aquele pedaço de pano na minha mesa de cabeceira para me preparar para dormir. Amanhã Fernanda vai finalmente cair na minha armadilha e ir para a casa do Carlos Word, a quem já assegurei que o caso dele não vai para a comunicação social se ele fizer exatamente o que eu lhe disser. Tem sido uma semana muito longa, embora eu tenha estado muito ocupado com o assunto da filha de Cabrini, que é a coisa mais chata do mundo. Aquela mulher só sabe chorar e abraçar Roberto, seu namorado, depois sua mãe. Não percebo porque é que Marques quer vingança, mas quem sou eu para ir contra os desejos do meu primo caprichoso? É do meu interesse tê-lo no cargo, assim como é do seu interesse manter-me apenas como um juiz respeitável. Eu me preparo para dormir, no entanto, não importa o quanto eu tente, uma onda de calor vem sobre mim porque eu penso naquela mulher. Sinto-me ridículo, mas por sua vez estou amarrado à vida. Fernanada é algo que me segurou antes de cair no vazio. Levanto e sento na beira da cama. Eu corro minhas mãos sobre meu rosto e gemo de frustração. Quantas noites mais sem dormir me restam? — Tudo deve estar bem —murmúrio. Quando estou claro que não vou dormir, decido sair de casa e dar um passeio pela cidade. Dirigir me relaxa, mas desta vez não vou a um lugar aleatório, mas a um lugar específico: a porta do apartamento de Fernanda. Eu não preciso de muito para entrar, o guarda me conhece e além disso, eu me tornei o dono de todos os apartamentos que estão vazios. A soma foi ridiculamente alta e chamou a atenção de Samuel pois devemos ser responsabilizados por operações desse tipo, embora eu ainda não me importe. De que serve tudo o que tenho se não vou usá-lo? E agora tenho algo para usá-lo. Pensar nisso é emocionante. — Fernanda, Fernanda — Eu digo calmamente, colocando a minha mão na porta — Em mais algumas horas. Eu fico na frente da porta por um longo tempo, até que a sonolência entre em vigor. Desta vez não vou para casa, mas entro no apartamento do outro lado da rua, que é um dos meus. Samuel estava certo em escolher este lugar para sua filha, se ele pretendia mantê-la segura. Comigo estará a salvo de todos. Vou dar uma pequena lição sobre o caso Carlos Word. Depois disso, espero que tudo corra como eu quero, assim o quanto antes. **** Fernanda — É hoje, é hoje! — grito a sair do quarto. No meu celular toca a música usada em Stuart Little para aquela cena, o que faz Ravel rir. — Deus, não só tenho que ouvir você colocar essa música quarenta vezes por semana, agora. —Me diz da cozinha. — Estou excitada —Digo enquanto paro a música — Meu Deus, vou à casa do Carlos Word. — O quê? Tenho medo disso, Fernanda —diz para de sorrir — Não há outra maneira? — Não, não, preciso de provas, preciso de todas as provas de que este homem é infiel. Esta fofoca será muito suculenta. — Bem, espero que as horas passem, você vem e vamos vê-lo juntos antes de mais ninguém. Não quero ir buscar você na prisão. — Você não vai me pegar na prisão, não seja exagerado. —Eu reviro os olhos — Isso será incrível. — Bem, sim, é isso que vamos atrair. O meu amigo Ravel fecha os olhos e respira fundo enquanto se vira com as mãos. Novamente, está no seu modo espiritual m*l feito, mas às vezes funciona. — Sim, também preciso de boas vibrações. — Solte um suspiro — De qualquer forma, agora para vamos tomar café preciso de energia para o que vou fazer hoje. Ravel não consegue esconder completamente a cara preocupado. No entanto, ele não me diz mais nada e aproveito a oportunidade para perguntar como está no seu trabalho. — Os meus alunos estão a progredir rapidamente —diz ele — Joice explora cada vez mais seu alcance vocal, ela é ótima. Estamos fazendo maravilhas. — Oh, que legal—Eu digo feliz — Alguns desses dias eu vou parar na academia, eu simplesmente não vou cantar. — Por favor —piada — Sério, você pode treinar ... — Oh não, você e preguiçosa —Eu começo a rir — Cantar não é minha coisa, investigar fofocas é. O cantor e professor é você. — Bem, agora, está tudo bem. Mas sim, eu adoraria que você andasse por aí. — E você para se de dar ordens ao meu trabalho. Enquanto eu amo trabalhar em meus projetos, eu não gosto de estar longe dos outros. — Eles ainda querem mantê-la no cubículo? — Sim! — Exclamo com frustração — Já não descubro quase nada porque estou muito longe dos meus colegas. O primeiro dia foi ótimo, mas agora não tenho nada a fazer além de trabalhar. E ontem, raios, ontem a reunião de brainstorming foi estranha. Muitos comentários que você pode imaginar. Acham que estou a dormir com o Samuel, acredita? Com aquele velhote? Mas pelo menos eu poderia lutar, já era hora. — Eles são nojentos —murmura. — Sim, claro que são. E antes que você pergunte: sim, eu já foi apresentado meu caso para o meu chefe, mas ele me disse que a ordem vem de cima. — Mas não explicaram por quê? E outra coisa Ravel acredita que o dono do Jornal tem o mesmo nome daquele homem do p*u grande que me deixou assada e dolorida naquele dia que decidi dá a minha b****a naquele beco sujo. — Não, acredito isso e muita coincidência talvez seja apenas o nome que te persegue Fernanda. — E pode ser Ravel! Meu chefe disse que o dono do jornal e um juiz c***l e que tenho que esperar a ordem dele se vai aprovar minha matéria ou não. Amiga é diferente dos outros e não quer que a ninguém copie. — É uma boa possibilidade —murmúrio — Mas isso não significa que meu trabalho tenha se tornado um pouco chato. Até sinto falta do fetiche da Camila. E para eu dizer algo assim ...
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