Fernanda Quando eu ouço a água do chuveiro correndo, eu me levanto rapidamente para me vestir, embora com pouca esperança de escapar. Eu sei que não poderei fazer se não explorar a casa antes de parecer uma rata enjaulada, mas não me importo. Não importa quanto tempo demore, eu sairei e Alan não será capaz de evitar. — O que está fazendo? Estou assustada ao ouvir a voz de Alan quando eu voltar para a sala. Como um clichê típico, ele está sozinho com uma toalha cobrindo o que ele acabou de colocar há alguns minutos dentro de mim. A água ainda escorrega pelo peito e pelos braços tatuados. — Estou fazer a cama. — Para com isso tenho pessoal de limpeza —diz entre os dentes e passa a mão sobre o cabelo molhado — Para de fazer. — E o que diabos você quer que eu faça? — Eu pergunto a ele ir

