Quando m*l saio daquele escritório e posso não acreditar no que acabei de ouvir. Eles vão me dar um caso escandaloso de infidelidade, melhor do que eu poderia conseguir. Não faço ideia porque me dão esse caso ideia sou tão nova, mas não me importo.
Vou começar com uma missão muito importante!
Carlos Word é um cantor e ator que alcançou a fama há alguns anos não por seu talento artístico, mas por seu rosto bonito e andrógino. Ele sempre disse que ele é um homem, mas é o sonho molhado de qualquer mulher ou homem. Claro, minha irmã e eu somos uma exceção, pois achamos muito fofo gostar. Além disso, Andric é capaz de ejacular em seus olhos para cegá-la e não ver ninguém além dele.
É horrível ter um marido que controla, mas é assim que o tipo é e ele nunca vai mudar.
— Oh Deus, eu tenho que ligar para mamãe, papai, Bruna e Olivia —sussurrar.
Para me salvar de todo o trabalho de ligar, eu faço um grupo no w******p para todos, até mesmo meus cunhados. O grupo chama :Minha família! Nesse grupo não deixo ninguém comentar até terminar com o meu imenso parágrafo explicando que eles acabaram de me escolher para uma notícia importante, que vou crescer muito rápido neste lugar e um número infinito de coisas que vêm à mente porque estou animada. Eu sei que eles vão me dizer para ter cuidado com tudo o que eu faço, então eu adiciono uma pequena parte dedicada a esse tópico.
Quando termino de escrever e enviar tudo, me sinto bastante satisfeita. Mesmo assim, mantenho a compostura no rosto para que nenhum dos colegas que estão entrando suspeite de nada. A primeira coisa que me avisaram quando Samuel que começou a explicar tudo para mim foi que este caso deveria ser mantido com discrição, já que alguns dos meus colegas querem e estão esperando que ele os chame para dar a eles essa missão.
Se esses tolos soubessem que eu já tenho o caso em minha posse, eles não me olhariam ternamente quando passasse, nem me tratariam como o bebê inexperiente. Sim, eu ainda posso ser um bebê de alguns anos e praticamente recém-formado, mas tenho certeza de que tenho muito mais malícia e intuição do que todos eles juntos. Em menos de um ano, todos me respeitarão e quase me verão como uma veterana. Eu não me importo se eles acabarem me odiando, eu vou fazer isso porque eu sempre aspirei a subir muito alto na minha profissão.
Eu serei uma referência para o jornalismo ousado e bruto, eu sei. A fofoca sempre me comoveu e sempre me comoveu.
Como eu pergunto, nenhum dos meus parentes me liga, no entanto, minha irmã me deixa uma mensagem com muitos emojis cheios de emoção e me diz que ela acredita em mim, mas não se esqueça que eu tenho que ganhar uma licença para seu casamento.
Quando ninguém me vê, aproveito a oportunidade para lhe dizer para não se preocuparem, que estarei lá, aconteça o que acontecer. E é verdade, nunca vou deixar Bruna num dia tão importante como o casamento dela na igreja. Todos nós perdemos o casamento legal porque um certo cara queria exclusividade naquele dia. No fundo eu entendo, já que escondemos por muitos anos, mas ao mesmo tempo é algo que sempre permanecerá como um pequeno espinho.
Estou focada em preparar a estrutura da minha ideia para um dos artigos da revista, quando de repente o que dois dos meus colegas dizem atrás da parede do meu cubículo chega aos meus ouvidos. Eu não paro minhas atividades, mas eu começo a ouvir no caso que talvez isso poderia ser informação útil.
—Eu vi o Sr. Alan deixar o prédio. —diz um — Eu gostaria que ele viesse mais vezes, pelo amor de Deus.
— Sim! — Suspira a outra. — É uma alegria para os olhos. Quão sortudo você é.
— Isso acontece comigo para entrar no parque de estacionamento. Farei isso com mais frequência.
Ambos riam que fazem meus olhos rolarem. Eu honestamente não fiz muita pesquisa sobre o dono do lugar, como ele é provavelmente um velho louco, em ternos muito apertados em sua barriga e com uma barba m*l conservada. Prefiro imaginar, pelo menos até conhecê-lo, que ele é um homem bonito, educado e bem cheiroso, assim como nos livros. Ah, e casado. Se ele não é casado, eu já sei para onde minha mente louca vai e talvez eu sinta vontade de seduzi-lo.
Maldita ruivo, tenho os meus hormônios estragados. Eu não era esse monstro sedento por sexo.
Elas não falam muito sobre esse homem, mas pulam para o que todo mundo fala: a morte do presidente Cabrini.
É apenas o tópico com o qual estou lidando no meu artigo. Estou sendo ousada, pois não destaco suas realizações, mas falo objetivamente de sua vida em geral. É muito provável que eles não aceitem o artigo, mesmo que eu seja muito liberal neste lugar, mas não me importo. Aqui vim demonstrar que vou trabalhar nos temas que sei que vão vender mais.
Quando chega a hora do almoço, tenho a caixa de correio cheia de mensagens. A primeira que chamo é a Ravel, a quem digo se ele sai mais cedo do trabalho, passe por aqui para comprar queijo para celebrar a minha vitória. Ele responde afirmativamente e eu faço uma pequena dança triunfal
— Ei, isso não é muito desrespeitoso? —pergunta à Camila, a companheira ao meu lado.
— Desculpe?
— Está a escrever sobre o Cabrini — ela me pergunta, olhando através da parede de vidro que nos separa.
— Tenho que colocar algum cartaz. Quem diabos veio com as paredes de vidro? Acho irritante quando desligo o monitor.
— Bem, eu não sei o que está escrevendo sobre —respondeu nesse tom amigável que me dá raiva. Aquela mulher de quarenta anos sorri para mim da mesma forma hipócrita — Arrisco apresentá-lo ao Samuel.
— Deve saber que os itens também passam pelos olhos do Sr. Alan, o proprietário —responde e eu tento esconder a minha expressão de surpresa — Apesar da nossa fama ousada, tenha cuidado com o que é publicado, e acho que não quer que um tópico tão sensível seja abordado, exceto quando você passa por cima do objetivo.
— Não estou a dizer nada de m*l sobre o Presidente Cabrini. — Respondo despreocupada — E se eu sou demitida por isso é porque e um assunto sério.
— Não, não, não vão despedir, mas vai sofrer a humilhação de ver o teu trabalho numa lata de lixo. Eu digo por tua causa.
— Muito obrigado pelo conselho, mas vou saber como superá-lo. Vou à terapia, se necessário. Ou melhor, o número do seu oftalmologista; deve ser ótimo, eu quero.
Camila continua sorrindo, mas agora ela joga dardos em mim com os olhos. Qualquer um se sentiria m*l em ganhar um inimigo tão cedo, mas ela não se importa comigo, é ainda melhor porque dessa forma eu posso reclamar e me livrar de qualquer um que queira colocar meu pé.