Capítulo 7 - Obediência

469 Words
Suzana então se levanta em direção ao banheiro que ficava do outro lado do bar e caminhando devagar chega ao banheiro, reflete no que está fazendo, - Será que vale a pena? Será que é isso que quero? Vou mesmo deixar um homem dizer o que devo ou não fazer? Então ela percebeu que a calcinha estava molhada da sua b****a babando por algumas horas, então tira a calcinha de renda que usava, coloca em sua bolsa e volta para a mesa com a mesma pressa que chegou ao banheiro, nenhuma. Andou como quem carregasse o ultimo resquício de orgulho que lhe restava. Chegou na mesa, sentou, colocou a mão dentro da bolsa, pegou a calcinha que ficou intera dentro da mão dela e entrou pro Carlão, que com um sorriso no canto da boca disse: - Sabe o que isso significa? - Que você tem minha calcinha! - Não, significa que tenho você, você é minha. Suzana sentiu um arrepio subindo das pernas pro corpo inteiro. - Você fará o que eu mandar, quando eu mandar e como eu mandar! - Como assim? A gente m*l se conhece e acha que pode mandar em mim? - Tenho certeza, por isso fará o que eu disser, quero que levante e pegue mais 2 cervejas agora. Suzana sem saber o que fazer pensa duas vezes, se ela for estará confirmando que Carlão tem domínio sobre ela, por outro lado, se não for pode se arrepender e não saberá como é saciar o t***o que estava e que nunca havia sentido. Suzana então se levanta em direção ao balcão e pede as duas cervejas que haviam lhe sido ordenada. Retorna até a mesa e as entrega para Carlão, que a manda colocar sobre a mesa. - Muito bem, agora me prometa que será sempre obediente, cumprirá minhas ordens sem me questionar. - Eu prometo. Passado alguns minutos e ambos ainda tomando a cerveja, Carlão sabia exatamente o que iria fazer em seguida, já Suzana estava ansiosa, e com medo pois não tinha noção do que viria a seguir. - Vamos embora! Carlão paga as 4 cervejas consumidas e saem do bar para pegar a moto no estacionamento. Carlão mora em uma casa que apenas tinha um quarto que também servia de sala, uma cozinha simples e um pequeno banheiro, ficava em um bairro humilde de uma cidade que ja era humilde. Chegando em sua casa, ele abre a porta, manda ela entrar e ficar em pé de frente para a cama. Fecha a porta então, vai ao banheiro e em seguida senta na beira da cama de frente para Suzana. Ela estava envergonhada, em pé de frente para Carlão na casa dele e sem calcinha. Não conseguia esconder o nervosismo e o t***o que ja havia tomado conta do seu corpo.
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