Tártaro Narrando Continuação... O galpão tava um caos total, a adrenalina batendo forte no meu peito. O barulho dos tiros, os gritos de desespero tudo misturado. Era como se cada segundo fosse uma eternidade, e eu sentia o suor escorrendo pela testa, mas não dava pra parar. A gente tava se movimentando rápido, trocando bala com os maluco que tavam escondidos nas sombras. As paredes ecoavam os disparos, e era como se tudo ali tivesse prestes a desmoronar. — DESGRAÇADA! — ouvi o grito da Bia. — QUE QUE TÁ PEGANDO, BEATRIZ?! — berrei, enquanto metia mais uma bala no carregador, o dedo coçando no gatilho. As palavras mäl saíram da minha boca, e eu já tava mirando no corredor à frente, esperando o próximo movimento. — É A SORAYA! — ela gritou de volta, a voz dela cheia de ódio. E foi aí

