capítulo 33

1036 Words

Não voltei a ver Alexandre durante todo o dia. Quando era por volta das 9:00 da noite. O som do choro, preenchendo o ambiente, originava ecos no hall de pé-direito alto. Ana no colo da babá, estava afundada em um choro intermitente, incontrolável. Longe de ser de birra. — Ela está queimando em febre, senhora — informou, tão desesperada quanto o olhar de Alexandre que aparece no corredor. Eu apenas olho para ele e com o olhar peço a ele para se acalmar. — Mediu a temperatura? — Corri, tirando a pequena do colo da babá e a abraçando forte. — Vai ficar tudo bem, Princesa — prometia, mais apavorada. Sempre ficava assim quando Ana estava doente. - Segure ela, Alexandre, vou buscar alcool e algodão. E entrego para ele uma Ana aos berros. As mãos grandes tremiam nas costinhas delicad

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