Duas horas depois. Estávamos entrando para almoçar quando quatro carros e uma van pararam em frente à casa. De lá, desciam pessoas cheias de energia, acompanhadas por uma cantoria animada e uma alegria contagiante que parecia ecoar por todo o lugar. O som das palmas, os risos e os passos dançantes chamavam a atenção de todos. Enquanto eu mantinha uma postura contida, minha tigresa se entregava à alegria, e não tinha como não sorrir. De pé ao meu lado, ela começou a remexer os ombros, como quem não queria nada, mas logo estava completamente entregue ao ritmo. Stan — Tigresa! Chamei, ao vê-la descendo até o chão, rebolando sem um pingo de vergonha. — Meu Deus, mulher, se comporte! Falei, tentando manter a seriedade enquanto a via descendo mais um vez até o chão. — Vamos receber os fam

