Uma semana depois, Londres. Afastei a cadeira e sentei-me de frente para os bandidos à minha frente. Sorri, a bruxa velha não consegue disfarçar a raiva e a surpresa ao mesmo tempo. — Quem são vocês? Perguntou o médico de merda, irmão da falecida mulher do pai de Kauã. Kauã — Está dando uma de doido, por quê? Todos vocês aqui sabem quem sou. Não é mesmo, titia? Ela arregalou os olhos e disse: Carmelita — Não sou nada sua, bastardo. Kauã — Nem vou dormir de tão preocupado. Ele se aproximou dela e continuou: — Tudo que fazemos volta para nós, seja bom ou r**m. — Me desculpem, por favor. Tenho um filho, ele precisa de mim. Gritou a enfermeira aos prantos. Scott — Ah, vamos! Não seja patética. Por que não pensou em seu filho quando se aliou a bandidos? Ela se desesperou. — Vo

