[…] Estacionei o carro, desci e recostei nele. Olhei para o relógio ansioso para chegar logo a hora da saída. Por um instante me peguei pensando como será a reação dela, quando souber que sou eu o seu verdadeiro pai. “ Será que ela vai me chamar de pai um dia?” Me perguntei mentalmente. Eu sempre a amei tanto, tivemos uma conexão desde a primeira vez em que nos vimos. *** Lembrança: Caminhei pelo jardim em busca da criança que estava chorando. E a encontrei sentada debaixo de um pé de jasmim. Maison — Oi, por que está chorando, princesa? Ela olhou para mim e se jogou em meus braços. — Calma, olhe para mim e conte. Emily — Não posso, estou com vergonha e feia. Não é bonito chorar. Sorri. Ela levantou a cabeça e olhou para mim com um vinco entre às sobrancelhas, achei tão fofinho.

