[…] Enquanto seguíamos para a academia e conversávamos, observei as ruas e alguns prédios. Nunca havia prestado a atenção, antes de chegar à academia, avistei um prédio com uma faixa escrita: venda-se. — De quem é esse prédio que está à venda? Ele olhou e disse: Vinícius — Não sei te informar, mas parece que o dono mora em Santa Catarina. Tem interesse? — Não, mas daria um bom prédio comercial. Ele estacionou em frente à academia. — Depois me comunique sobre a conversa com o pai da garota. Vinícius — Pode deixar, se a Jovânna não permitir você entrar em casa, arranjo um canto para você ficar. Acabei rindo, desci do carro e disse: — Se ela não permitir, tenho os meus meios para persuadi-la. Ele riu e disse: Vinícius — Boa sorte! E foi embora, me deixando pensativo. Entrei n

