[. . .] Enquanto corro pelas ruas, minhas lágrimas descem e a minha mente repete como eco as palavras de tio Maison. “ Sou o seu pai, não Albert.” “Sou o seu verdadeiro pai, não ele.” Como pode ser? Me perguntei mentalmente. Olho para o céu e observo às gotas grossas de chuvas que começaram a cair. Saio correndo, mas escorreguei e ia direto ao chão se alguém não tivesse me segurado pela cintura. Olhei para cima e franzi a testa ao ver o olhar que a pessoa está me lançando. Me arrepiei toda sentindo um nojo do seu toque, tento me soltar, mas não consigo. Homem — Mas olha só, quem encontrei aqui, a procura de alguém para dormir com você hoje? Senti o gosto azedo do vômito subir rapidamente em minha garganta. — Vai dizer que não lembra de mim? Wou, calma, gatinha. Emily — Me sol

