[…] De braços cruzados e um pé batendo nervosamente no chão, observo um carro de carroceria entrar com duas motos. “Eles compraram mesmo uma moto para ela? Nem me comunicaram ou pediram a minha opinião.” Logo mais atrás, um carro preto acompanha o da frente. Provavelmente, é o motorista ou os pais da garota antipática. Acho melhor ela ir embora mesmo, porque a menina já testou o nervos e paciência quase de todos nesta festa. Que, graças a Deus, está se encerrando. Gabrielle — Ai, que linda, papais. É para mim? Eles balançaram a cabeça. — Obrigada! Correndo até os dois, ela os abraçou de uma vez. O que se tornou engraçado, já que os bracinhos dela são pequenos. — Não é linda, mamãe? Apesar de estar chateada, não roubaria a felicidade da minha filha. Sorri e disse: — Sim, meu amor. É

