No dia seguinte, acordaram cedo, tiveram que retomar a cidade, ele detestava, mas era necessário. Rocco tinha esperança que comprando o que Helena precisasse, ela ficaria longe dele e por sorte conversaria menos. Tomaram café novamente no mesmo posto que almoçaram no dia anterior, foram atendidos pela mesma garçonete, que recebeu um sorriso caloroso de Helena e nem mesmo um olhar de Rocco. Foram para a loja que vendia tudo de cama, mesa e banho. A loja era de Rocco, mas as vendedoras não sabiam quem era o dono, sempre tinha um laranja para administrar e dessa vez era um soldado que nasceu na máfia mas não tinha coragem de matar ninguém. Rocco não contou a Helena que a loja agora era deles. __ Compre o que precisa, vamos organizando a casa aos poucos. __ Tem um limite? __ Não, pegue

