Talibã narrando Tava em casa tentando fazer o curativo da cirurgia. A parada ainda doía, e eu tinha que me virar sozinho porque a Sil tacou marcha bolada e como ela não atende as minhas ligações, vou dar o espaço dela para pensar. Fiquei ali, com a atenção toda na faixa e no espelho, tentando ajeitar direito sem puxar os pontos. Do nada, senti uma coisa estranha… Olhei devagar pra porta do quarto e quase tive um infarto. A Sil tava parada ali, calada, só me encarando. Parecia uma assombração, juro por Deus. O susto foi tão grande que escorreguei da beirada da cama e caí sentado no chão feito um doido. — MEU DEUS… você tá bem?! — ela perguntou, correndo na minha direção e segurando nos meus braços pra me ajudar a levantar, mas já rindo daquele jeitinho irritante e fofo dela. — Que sus

