Marco faz questão de ter certeza de que iríamos para a casa da Jô. – Vou tirar a camisa – murmuro quando ele para diante da casa vermelha. – Depois me dá – diz indo embora. Entro na casa, ouvindo Lidiane trancar a porta. – Por quê fez aquilo? E o que estava fazendo com a correntinha dele? – pergunta nervosa. – Encontrei a correntinha e queria devolver. – Você encontrou? Nem transou com ele ontem. – Estava aqui na sala! – digo rapidamente – Só queria entregar pra ele. Lidiane balança a cabeça incrédula, levando as mãos para a cintura. – Não tenta ser amiga do Gael. Tá ouvindo? Só mantenha contato com ele se for dinheiro. Fora isso, não queira ser próxima dele. Lidiane sobe os degraus da escada com passos firmes, a sigo hesitante, ainda sem acreditar no que havia acontecido

