No dia seguinte, o que só se comentava na casa era o surto de Kauane e suspeitas de quem o havia rasgado. Não seria uma tarefa fácil descobrir, já que Kauane não se dava bem com muitas garotas e era mais odiada do que amada. Sentada no sofá perto da televisão, assistia a novela, notando algumas delas entrando e saindo da casa. – Maria – diz Jô do outro lado do cômodo, a olho no mesmo instante – Vem aqui – Meu coração acelera rapidamente, a medida que levanto e me aproximo dela, a seguindo até seu quarto que, por sinal era bem arrumado. Ela fecha a porta, pegando um celular em cima da cama. – Vou deixar você falar com sua mãe – Sorrio devagar – Irá dizer que trabalha em uma lanchonete e que logo vai mandar dinheiro pra ela. Entendeu? – O sorriso vacila em meu rosto, mesmo assim assin

