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Estranho como os cemitérios eram, em ge­ral, lugares de tanta beleza natural, ár­vores e gramados suavizando a linha rígida das lápides. Talvez todo o verde fosse um testemunho da esperança, uma obstinada asserção de que a vida devia continuar. Dean não sabia. Apenas permaneceu ao lado do portão coberto de videiras no pequeno cemitério de Hurricane Beach e observou enquanto Joanne se inclinava para co­locar flores no túmulo da mãe e, depois, no da irmã. Enfim, virando-se, avistou-o. — O que você está fazendo aqui? — perguntou, ressentida. —  Elas eram minha família também — respondeu ele, num tom gentil. — E eu sei que você vem aqui todos os domingos. —  E o que tem isso? — A prima se mostrava hostil como de costume, mesmo ali naquele lugar plácido. —  Na certa, Bea não dispensaria alg

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