Consciência pesada

1086 Words
voltei! Falou o 2D -entao, estava esperando você voltar pra eu ir no banheiro. -quer que eu vá com você? -NAO, não precisa rs. Falei meio que apressada por ter respondido rápido demais. -entao vai lá. Sorri e sai, meu Deus oque eu tô fazendo? Porque eu tô indo ficar com esse cara? Porque tem que ser justo ele? Andei e percebi que já estava um pouco distante do baile, será que eu vou ou não? Lembrei que não sabia o carro dele. -certo, isso é um sinal, vou voltar. Ele piscou o farol do carro e eu percebi que era ele, andei na direção do carro e entrei. -7 minutos. -porque ainda está aqui então? -porque eu sabia que você viria. -sabia? Não tá se achando demais não? -voce é muito marrenta. Ele seguiu com o carro dele pra algum lugar fora da favela. -voce não é procurado? Perguntei percebendo que ele pegava a pista nem ai pra nada. -procurado não, foragido, quem me procura é polícia. -voce entendeu, e mesmo assim não tem medo? -kkk medo? Você já reparou a vida que eu levo, não se pode ter medo. -eu sei, mas deveria pelo menos se resguardar, é perigoso. -ta preocupada comigo? Perguntou e eu fiquei sem saber oque falar -nao, sou curiosa. -hmm rs. falou apenas e continuou dirigindo, paramos em um motel de luxo, e bota luxo nisso. E não romantizem, não vai ser a minha primeira vez, como também não deve ser a primeira vez dele com uma garota nesse motel, ja que liberaram só por conhecer o carro dele e pasmem, ele tem a chave da suíte daqui. -serio que vai me trazer pro mesmo lugar que já transou com várias outras? -nunca trouxe mulheres aqui. -nao tem porque mentir, você tem a chave do quarto. -esse motel é meu. -que? Como assim? Perguntei boquiaberta. -lavagem de dinheiro, já ouviu falar? Fiquei boba e peguei um cigarro. -ja falei que tu fuma demais? -vou fumar já que tu falou que queria me beijar e até agora não tomou a iniciativa. Ele me olhou de um jeito tão sexy agora, que só de imaginar esse homem fudendo já molhei minha calcinha -tu é direta né. -objetiva! -ta querendo parecer p*****a pra mim, não combina com você. -em quatro paredes, que mulher que não é? Respondi, ele chegou perto de mim, me pegou pela nuca e p***a, que pegada gostosa, levantou meu vestido, reparou a calcinha que eu estava, uma fio dental vermelha.. -aquele filha da p**a viu sua calcinha? Falou no meu ouvido, com sua barba roçando no meu pescoço. -so você. Falei baixo no mesmo tom que ele. -estava pensando em te fuder de um jeito mais delicado, mas não sabia que tu era uma safada desse jeito. -nao gosta? Perguntei provocando ele -se eu não gosto, bota a mão aqui. Pegou minha mão e levou até seu p*u, e posso confirmar, o monumento é grande demais. -responde tua pergunta? -s.sim. falei gaguejando e ele deu um sorrisinho. -ficou com vergonha, eu sabia que tu não ia sustentar esse jeito safada. Ele só pode tá querendo me desafiar. -é? Peguei a mão dele e enfiei na minha b****a. -nao estou safada o suficiente pra você? -que isso garota, tu vai me deixar maluco assim FP deitou na cama -tira. Falou se referindo a minha roupa -tira a calcinha também Maria Eliza. Ainda não acostumei com ele me chamando pelo nome. -tirei. E subi em cima dele na cama, ele começou a me chupar de um jeito tão sexy, tão gostoso, era uma p***a que ele chupava tão bom assim, ao menos ele não poderia saber fuder? Mas qual a chance? Ele chupou tanto que eu gozei na boca dele -seu gosto é uma delícia garota. Desci e comecei a chupar ele -orr, p***a, que boquinha gostosa,orr. Falava e gemia ao mesmo tempo e se tinha uma coisa que eu me garantia, era na minha mamada -p**a que pariu, aprendeu a mamar assim com quem? -tive um bom professor. Falei e vi seu semblante mudar. -nao está muito engraçadinha? Me pegou pelos cabelos, mas não de um jeito agressivo, me colocou de quatro e cuspiu, senti escorrendo e ele enfiou seu p*u na minha b****a. -aaarh, que delícia de piroca. Falei gemendo e ele metendo e eu vendo suas expressões totalmente cheio de t***o, metendo e mordendo os beiços. -filha da p**a. Me pegou no colo e continuou metendo -isso vai FP. -Felipe, me chama de Felipe, Eliza. Falou olhando nos meus olhos, e foi uma conexão como nunca sentida. E foi então que ele tomou meus lábios, senti seu gosto de bebida com bala, uma delícia, nossas línguas dançava no mesmo ritmo, foi uma loucura, nós dois em uma suíte suados e transando muito, eu gozei e ele gozou logo depois. Entramos no banheiro tomamos banho e depois eu já estava catando minhas coisas pra ir embora -onde vai? Perguntou -ue, não vai embora? Questionei -tira um sono aí, já está amanhecendo e no mais, sua prima deve tá em casa com o Maike. -hm, será? Questionei. -voce que sabe, se quiser ir embora, a gente vai. -ta, eles precisam se resolver. Deitei ele deitou logo após. -voce tem quantos anos? Perguntei, estava totalmente sem sono -29. Caramba, pensei q tinha mais -porque? Questionou. -nada, só pra puxar assunto. -hm, e você. -26 -nao é tão nova pra fumar tanto cigarro assim? -acho que depois que meu irmão morreu, passei a fumar mais. -hmmm, então tem família? Merda, porque eu tive que falar do meu irmão agora, tomara que ele não perceba -nao, na verdade eu tinha, mas ele morreu, agora só tenho a Paty de família e parente próximo -hm, e você era de onde? -outra cidade. -que cidade, alguma favela rival? Pode falar, você não tem nada aver com o crime, eu não vou te matar por isso. Talvez agora seria o momento que eu falaria a verdade, mas ainda não confio nele pra isso, ontem ele pra mim era o assassino do meu irmão, agora não sei mais, tá tudo tão confuso. -é isso, eu era de outra favela. -imaginei, qual? -faz diferença? -pra mim sim, mas se não quiser falar tranquilo também. -vamos dormir, daqui a pouco tenho que ir pra casa.. ele virou meu rosto e me deu um selinho, e me puxou mais pro seu abraço, minha barriga começou a dar voltas estranhas, e pude perceber um leve sorriso se formando no meu rosto.
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