Vincenzo olhou para Ambra enquanto ela dormia, a expressão serena no rosto dela contrastando com o turbilhão de pensamentos que dominava a mente dele. A noite avançava, mas ele não conseguia fechar os olhos, o peso das ameaças que recebera impedindo qualquer tentativa de descanso. Ele sabia que deveria contar a ela, que o correto seria alertá-la sobre o perigo que rondava. Mas a ideia de ver a tranquilidade de Ambra destruída o fazia hesitar. Ela estava finalmente encontrando alguma paz em meio à vida tumultuada que levavam, e Vincenzo não queria ser o responsável por arrancar isso dela. “Vou proteger você, não importa o custo,” pensou ele, decidido. Ambra se mexeu levemente na cama, virando-se para o lado, e Vincenzo estendeu a mão para afastar uma mecha de cabelo do rosto dela. O toq

