Ambra tentou abrir os olhos, mas era como se uma força invisível os mantivesse fechados. Tudo ao seu redor estava escuro e confuso, uma névoa espessa de medo e dor envolvendo sua mente. A primeira coisa que percebeu foi a dor lacerante que atravessava sua cabeça, uma dor tão intensa que quase a fez perder a consciência novamente. Algo quente e pegajoso escorria por seu rosto, descendo até seu pescoço. Sabia que era sangue, e essa percepção fez seu coração disparar de pavor. Ela tentou mover os braços, mas eles estavam presos, apertados contra algo. Sentia-se imobilizada, seus músculos pareciam ter endurecido de medo, ou talvez pelo impacto. Um cheiro forte de gasolina encheu seus pulmões, queimando sua garganta a cada tentativa desesperada de respirar. O fedor químico era sufocante, mistu

