Uma jovem funcionária entrou no quarto, usando um uniforme vermelho impecável que contrastava com a suavidade de seus gestos. Seu cabelo estava perfeitamente preso em um coque, cada fio em seu lugar, refletindo uma postura profissional que não deixava espaço para erros. Ela sorriu calorosamente para Ambra ao entrar. — Bom dia, senhora! — disse com uma voz leve e cheia de energia. Ambra, ainda envolta em pensamentos confusos e com o corpo cansado, apenas devolveu um sorriso tímido. Aquele ambiente, que parecia tão familiar e ao mesmo tempo tão estranho, a fazia se sentir perdida. As lembranças da noite passada ainda pairavam em sua mente, mescladas com a sensação de desconexão que agora a dominava. — Trouxe seu desjejum, senhora — continuou a jovem, enquanto colocava uma bandeja sobre a

