Capítulo Vinte

1788 Words

O despertador tocou; eram sete horas. Esfregou os olhos e bocejou. Estava quentinha debaixo do edredom. Um braço masculino ao redor de sua cintura. Num impulso, beijou-o levemente na boca. Mas não bastou. Com a ponta da língua, desenhou o contorno do seu lábio inferior, um pouco mais grosso que o superior e muito bom de provar, ela constatou todas as vezes que o fez. Deslizou a língua para o queixo másculo, sentindo a aspereza dos pontos da barba, enquanto suas mãos invadiam-lhe as costas por debaixo da camiseta, delicadamente, m*l tocando sua pele. Afastou-se o suficiente para constatar que, após passar a noite acordado, ele sucumbira a um sono profundo. Poderia fazer o que quisesse, pensou com malícia e essa constatação excitou-a ainda mais. A neve encobria o telhado de vidro, obstruind

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