No dia seguinte, Clarisse acordou um pouco mais tranquila e estava feliz por ter esclarecido as coisas com Lúcio na noite anterior. Ela então desligou seu despertador, e se levantou indo se arrumar para mais um dia de trabalho. Terminando de se arrumar, seguiu para o quarto de Ravi, encontrando o menino já terminando de calçar os tênis. — Bom dia, pequeno. — Bom dia, babá. — Deixa eu te ajudar. — disse se abaixando na altura dele. — Hoje a gente pode tomar sorvete? — pergunta Ravi, com animação. — Vou ter que ver com o seu pai. — Clarisse explica. Depois de terminar de ajudá-lo, os dois descem as escadas, e encontram Lúcio já à espera deles, ele cumprimenta Clarisse com um selinho e eles tomam um café num ambiente tranquilo, mas de repente, a campainha da casa toca. — Quem pode ser

