Capitulo 64

825 Words
–Bartholy.– Diz ele me olhando de cima a baixo. –Bartholy.– Digo também o observando. –Então...– Marcos tenta amenizar o clima – A Thamy tem uma gigantesca coleção de vassouras, vamos da uma olhada. – Fred diz Os dois puxam Draco, Alcivan e Pansy para o andar de cima. Eu acho que eles foram para meu quarto, minha coleção fica no andar de baixo. Drogo se levantou e veio até mim, segurou em meus ombros e olhou em meus olhos. –Me escute bem, pós só vou falar uma vez... Ele me abraçou forte, coisa que eu Não estava esperando, logo retribui seu abraço. É meu irmão, eu nunca negaria um abraço a ele. –Me desculpa, desculpa, desculpa... Sua foz foi aos poucos desaparecendo, senti suas lágrimas molhar meu ombro, me seguro para não chorar também. Porque esse i****a tinha que ser tão i****a? Minha história com Drogo, chegou nesse nível, porque ele me culpou pela morte de nossos pais. "Você é um mostro", "já é a terceira pessoas que você mata, quem será a próxima?", "é tudo culpa sua", "não quero te ver nunca mais". As frases que meu irmão me falou aquela noite me torturou mais do que um possível Crusius lançado pelo próprio Voldemort. –Você já falou três vezes, Drogo.– Digo. Dei um leve sorriso com a falha tentativa de impedir uma lágrima, ele desfez o abraço, enxugou as sua lágrimas, depois as minha, deu um beijo em minha testa com o sempre costumava fazer. –Mais uma coisa Drogo– Digo –O que foi princesa?– Eu adoro quando ele me chama de princesa, me sinto voltar para a infância. Dei um soco na cara dele o fazendo virar o rosto. Feitiço o c*****o, eu sento a p*****a. Ele me olhou indignado. –Eu mereci isso. Dou outro soco nele –Nunca... mais... fale... aquelas... coisas... para... sua... irmã... mais... nova. Entre cada palavra era um soco desferido no rosto do garoto. Ele não reclamou ou revidou. Ele nunca revidou. Não quando eu descarregava nele mesmo a raiva, dor ou tristeza, que ele me causou. Sempre foi assim. Ele quando me machucava me pedia para sentar o soco nele, já que se fosse feitiço talvez o mataria, se fosse feitiço, eu não começaria com nada menos que Avada Kedavra. Para ser sincera eu prefiro soco que feitiço. Quando finalmente desferi o último soco nele, o abraço. O mesmo me abraçou de volta sem questionar ou reclamar dá dor que o abraço o traria por causa dos socos que não ficaram só no rosto. –Eu te machuquei mais do que pensei. –Só parei por que me cansei.– Ele não faz ideia da dor que me causou.– Vamos arrumar seu rosto agora. Olhei para meu irmão, estava com os olhos roxo, nariz sangrando e boca cortada. –Não, vai conversar com seus amigo, eu posso da um jeito nisso sozinho –Minha mão também está machucada Ele observou minhas mãos. Meus dedos estavam meio cortados e um pouco roxo. –Eu dou um jeito Com um feitiço rápido, minha mão estava curada, dou um sorriso de lado e pego uma poção na minha bolsa. –É para a dor, você vai precisar Beijei um canto não cortado do rosto dele e fui em direção às escadas, dando de cara com meus cinco amigos, que observavam tudo. –Que bando de amigos fofoqueiros!– Digo rindo. –Me ensina a bater assim?– Pede Pansy, eu apenas n**o sorrindo. Fomos para meu quarto. Fred logo se jogou na minha cama, Marcos sentou em meu sofá abraçando minha almofada em forma de dragão. Eles tem i********e o suficiente para ficarem mais relaxados que isso. –Seu quarto é maior do que eu pensei.– Diz Pansy enquanto olha tudo. –Fiquem a vontade.– Falo para os sonserinos. Draco senta em uma poutrona, Pansy e Alcivan sentam no chão, em cima do meu tapete grande e felpudo, não sei porque eles não sentaram nos puffs –A vista da varanda e a melhor.– Diz Fred. –Dá para ver quase todo o jardim. Draco levante e vai até a porta da varanda, ela abra as cortinas cinza claro, deixando o sol entrar no quarto, ele abre a porta de vidro e vai até a varanda –Da para ver quase todo o jardim mesmo, me lembra o jardim da minha mãe.–Comenta ele dando um leve sorriso Pedi para Bler trazer algumas coisas para a gente comer, poderíamos ficar o resto da manhã toda e até o final da tarde aqui. Então decidimos ficar na minha casa ate o por do sol, ou seja, até a hora de voltar. Drogo infelizmente não pode ficar por muito tempo, ele teve que voltar para o trabalho Drogo é auror. Eu e o pessoal aproveitamos bem o tempo que tínhamos fora da escola.
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