Assassinato quase perfeito A noite com Jorge foi no mínimo interessante, ele me deixou açoita-lo, algema-lo, pingar vela quente em seu corpo e ao contrário do que eu achei, foi muito bom, a dor que eu causava a ele não era algo r**m, como a que eu infligi em Mário, naquele contexto a dor era mais prazer, e Jorge se rendia a cada sensação ele não parecia estar sofrendo e nem desconfortável, aquele era seu habitat natural, como dominar era agora o meu. A cara que ele fazia a cada estocada que eu batia em seu corpo com o chicote ele soltava um grito intencional que me provocava um t***o fora do comum. As lembranças daquele motel me fizeram entender o recado que ele passava e antes eu não vi, “carpem diem" , nos lembrava que não sabemos se amanhã existirá um outro dia e que precisamos esta

