MARIA JÚLIA Dia seguinte. — Você realmente precisa ir? — olhei pra Rafa que estava arrumando as armas na bolsa pra sair pra missão com os meninos. — Eu preciso, linda. Mas se eu pudesse eu ficava aqui com você até você não me aguentar mais. — ele se aproximou e beijou minha testa. — Rafael... — resmunguei o abraçando. — Tome cuidado, por favor. — Eu vou tomar. Vou voltar inteiro pra vocês. — ele beijou minha boca e eu me derreti nos braços dele. — Eu amo você. Pra c*****o. — Amo você. — passei a mão na barriga sentindo o bebê mexer e Rafael fez o mesmo. — Ei, pivetinho do papai. — ele agachou pra falar com minha barriga. — Sossega aí com a sua mãe, cuida dela pra mim. Daqui a pouco eu volto pra vocês! — Para de chamar de pivete, vai que seja uma menina. — ele me olhou. — Eu sinto

