Eu esperava o meu Uber que parecia que nunca ia chegar já que até Tobias chegou primeiro. — Não vou deixar você ir! — E você tem que deixar alguma coisa por acaso? Sou uma mulher independente! Segura de si! E não vou ser submissa a você! — O olhei com tanta irá que podia pular no seu pescoço com facilidade. Eita que a feminista em mim até aplaudiu de pé! — Ah não? — NÃO! — Beleza. Eu tinha CERTEZA que ele ia embora, mas ele simplesmente me pegou igual a um saco de batatas me jogando nos ombros e voltando para casa. — TOBIAS! ME PÕE NO CHÃO! — Gritava me debatendo igual peixe fora d'água, mas ele me ignorava. — Alguém chamou o Uber? — Ouvi o motorista, mas não conseguia vê-lo. — EU! — Foi engano moço! Vou pedir para meu amigo vir te pagar pelo inconveniente. — SOCORRO!!! — Gritei

