Charles Benson sempre foi um homem de estratégia. Não tomava decisões por impulso e não confiava em coincidências. Jamais ignorava riscos — especialmente os que vinham disfarçados de passado. Quando recebeu o relatório da equipe de expansão, seu olhar se deteve em um nome que não via há anos. Um nome que, para ele, representava ameaça, instabilidade e tudo o que havia tentado apagar da vida do filho. Simon Duarte. CEO da Vértice Engenharia. O nome estava ali, em letras firmes, no topo de um contrato de parceria que prometia alavancar o setor de infraestrutura das empresas Benson. A proposta era sólida, os números impressionantes, e os analistas estavam entusiasmados. Mas Charles não se importava com entusiasmo. Ele se importava com controle. Não permitiria Simon na vida de Noah novamen

