Belinda Saímos da boate sem nenhum problema. Kadu estava calado e pela maneira como saiu cantando pneu do estacionamento, nem me dei ao trabalho de falar com ele. Fizemos uma viagem silenciosa até o hotel. Pensei que passaríamos apenas para fechar a conta e depois voltar para o Rio, mas ao invés disso, Kadu pediu para ficássemos um pouco mais só até ele se acalmar. Fui para o meu quarto tomar um banho. Depois da emoção vivida, eu precisava relaxar. Tomei um banho demorado e quando saí do banheiro, fiquei apenas de roupão. Deixaria para colocar a roupa quando fosse embora. Ainda não conseguia acreditar que o pai de Kadu havia tido a ousadia de me tocar mesmo sabendo quem eu era. Ele era um tipo de pessoa que não tinha caráter. A maneira como ele falou, como se tudo o que estava fazendo fo

