Guilherme Já estava perto do meio dia. Eu havia convidado Dayane e Lucas para almoçarem comigo, era um momento em família daqueles que alegravam meu dias tensos no hospital. O interfone tocou e eu acabei pensando que fosse Dayane, mas quando atendi, me lembrei que era da portaria, e que ela não precisa de autorização para subir, já que somos vizinhos. Me surpreendi quando o porteiro disse que era minha mãe, deixei subir, claro, mas minha mãe nunca aparece sem avisar. (...) — Oi, mãe, que surpresa boa. — Digo abrindo a porta. — Oi filho.. Eu lamento não ter avisado que vinha, espero não estar incomodando.. — era sorri de canto. — Claro que não mãe, minha casa é a sua! Fique à vontade. — Abro espaço para ela entrar. — O cheiro está ótimo, você está cozinhando bem agora? — Na verdade e

