Com um gesto reverente, o mordomo Nero, sempre de postura impecável, regressa com solenidade até o antiquado telefone de ébano na entrada majestosa da mansão. Seu olhar perscrutador parece penetrar as paredes, enquanto ele ordena aos robustos seguranças que permitam a entrada de Adrienne, pronunciando seu nome com um respeito quase reverencial. Os seguranças, com suas expressões imperturbáveis, acenam em sincronia, concedendo passagem à figura enigmática que se aproxima. Adrienne, uma mulher de presença marcante e aura enigmática, curva-se levemente em agradecimento aos imponentes guardiões, cuja imponência contrasta com sua própria graciosidade. Sua passada é firme e decidida, seus passos ecoando na calçada de pedra enquanto ela se encaminha da entrada até a majestosa porta da frente da

