Enquanto isso, os amigos de Larry, nas sombras escuras dos bares enfumaçados, sussurravam palavras de cautela e advertência, como profetas sombrios alertando sobre os perigos que espreitavam nas sombras daquela união. Eles viam nos olhos do amigo a ingenuidade de quem caminha para o abismo, a cegueira do amor diante das amarras invisíveis que aprisionavam os Renard. Mas Larry, envolto na névoa do desejo e da esperança, recusava-se a ouvir os sussurros da razão. Seus passos, firmes e decididos, ecoavam como um desafio às vozes do destino, como um grito de rebelião contra os grilhões que tentavam prendê-lo. Ele aceitara o desafio, não por ignorância, mas por coragem; não por ganância, mas por amor. Pois, no fim das contas, era melhor ser escravo do amor do que servo do medo. No auge do ver

