capitulo 43

934 Words
Dias depois ...  Após ter colocado Phoebe para dormir, resolvi tomar um banho e descansar afinal, eu estava apenas o pó das cinzas. Entrei no banheiro e encontrei Christian tomando banho, ele estava tão distraído cantarolando de olhos fechados que nem me viu, tirei minha roupa e resolvi tomar um banho com ele. Entrei no box e o abracei por trás depositando vários beijos nas suas costas. - Ana ... quanto tempo eu não recebo uma atenção dessa. - Hoje eu quero te dar mais do que uma simples atenção. - passei minha mão sobre o peitoral dele, senti ele respirar fundo. - Ana você gosta de provocar hein. - Minha especialidade querido. - ele se virou pressionando o meu corpo contra a parede fria do banheiro, levantou minhas mãos para cima da cabeça e com a outra puxou minha cabeça para trás. Ele me beijou selvagemente e senti sua ereção na minha barriga. Eu tentava me mexer mais as mãos e o corpo dele impediam. - Baby que saudade que eu estava de você, de sentir você, de ouvir seus gemidos sussurrando meu nome. - Christian ...- foi a única coisa que saiu da minha boca. Ele soltou minhas mãos e me pegou no colo encaixando nossos corpos perfeitamente, ele beijava e mordia meu pescoço enquanto suas mãos acariciava meus s***s, as minhas mãos puxavam o cabelo dele, um formigamento tomava conta no meio das minhas pernas, Christian escorregou uma mão para minha b***a onde apertou e deu uma palmada, senti uma onda de prazer invadir meu corpo,ele se afastou um pouco e logo em seguida o senti me preencher por dentro, morde o ombro dele e gemi com a boca colada no mesmo, os movimentos eram lentos e cheios de malícia. - Ana... assim você me deixa louco. Meu Deus. - nossas respirações já estavam aceleradas. - Christian por favor. - falei ao sentir que eu estava prestes a explodir em um orgasmo . - Não baby,vamos terminar isso lá na cama. - me desceu de seu colo e me colocou no chão com cuidado, desligou a ducha e vesti o roupão. - porque você faz isso comigo? - porque eu posso. - me pegou no colo e me jogou na cama. - já volto. -Christian foi até ao closet e abriu a gaveta, logo retornou com uma gravata cinza nas mãos. - Ana, mãos a cima da cabeça.-  levantei elas imediatamente e então ele subiu em cima de mim amarrando meus punhos. - você gosta de me amarrar. - Baby,fique quieta. - ele beijou meus lábios e desceu os beijos passando por meus s***s, minha barriga até chegar ao ponto que ele tanto almejava, sentir o calor dos seus lábios contra a pele da minha i********e e arquei  as costas, ele olhou pra mim com um olhar de reprovação e sorri. A língua dele dançava de uma forma sensual em mim ,puxava seu cabelo e mordia meus lábios, estava sentindo aquela sensação de novo, a sensação que eu iria ter um.orgasmo. - Christian eu não vou aguentar. - ele olhou para e deu um.sorriso de menino travesso, sentou na cama e me.puxou para seu colo. - Senhora Grey , fico feliz em saber que eu ainda provoco t***o em você. - Digo o mesmo senhor Grey. - vou soltar você. - ele desatou o no da gravata e meus punhos se viram livres, apoiei minhas mãos sobre o ombro dele e me encaixei nele novamente, subi e descia lentamente Christian fechou os olhos e jogou a cabeça para trás, ele soltou um palavrão e deu uma palmada na minha b***a,soltei um gritinho, as.mãos dele passeava pelo meu corpo, apertava, batia e isso já estava me deixando louca, em um movimento rápido Christian me deitou na cama e ficou por cima de mim, uma de minhas pernas estavam.sobre o ombro dele, sua boca foi direto para meus s***s, ele mordia e ocupava um deles, enquanto sua mão acariciava o outro, as investidas dele estava ficando cada vez mais rápidas e violentas, suspirei e soltei de uma vez. - Ana... como você é gostosa. - foi a última coisa que ouvi depois que explodimos em um orgasmo sobre natural. Ele deitou sobre mim com a respiração descontrolada, minhas mãos acariciava suas costas suadas e musculosas. Acordamos com a companhia tocando, Christian levantou em um.pulo e vestiu o roupão e desceu para ver quem era o acompanhei. - Boa noite, gostaria de falar com o senhor Grey. - um policial bem jovem estava a nossa porta. - Sou eu. - Christian o cumprimentou com um aperto de mãos. - em que posso ajudá lo? - Recebi um telefone de um tal de Ted,com a declaração de que havia um homem matando uma mulher. - Ted é meu filho, mais não sei do que o senhor está falando. - ele disse que havia uma mulher gritando " oh não me mate, por favor pare" .- Christian me encarou vermelho e voltou sua atenção para o policial. - oh meu Deus, senhor policial isso é um equívoco do meu filho, ele deve ter ouvido a TV do meu quarto que estava ligada muito alto, aqui não ocorreu nada. - tudo bem senhor Grey, desculpa pelo incômodo. - sem problemas.- o policial saiu, me sentei na escada e Christian me olhava com uma cara perplexa, já estava em lágrimas quando contive os risos.-  Ana, ele ouviu a gente. - eu disse pra você parar. - você poderia parar de gritar. - e agora amor?   - nos olhávamos procurando uma resposta mais nada saia a não ser risos.
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