Capítulo 15

2576 Words

Natasha abriu o registro da torneira, a água caiu meio barrenta no copo, bebeu-a. Aproveitou para lavar o rosto e detrás do pescoço. Era pouco mais de meio-dia. Não havia sol, apenas um céu branco sobre tudo. Uma tampa de acrílico, imensa, vedando Sacramento. Puxou a corrente ao redor de um dos tornozelos. Junto ao rodapé, a corrente longa que determinava o seu perímetro de movimento dentro da casa. O raptor tomou providências quanto à sua possível fuga, mesmo distante da civilização, sem vizinho, sem estrada asfaltada adiante, sem nada mais que mato e mato e mato. Sim, eu mato. Pensou, sentindo as têmporas latejarem. Sentou na cadeira, exausta. Acabava de sair do banheiro, havia-o faxinado. Nunca tinha visto um banheiro tão bonito como aquele. Algum dia, aquele lugar fora maravilhoso,

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