Ele acordou na cama de Walesa. Não dormiram abraçados, ela, na verdade, o empurrou para fora do móvel e ele, por pouco, não se estabacou no chão. Mesmo dormindo, eles brigaram pelo lençol, pelo travesseiro (já que ele só tinha um em casa), pelo espaço na cama, além das implicâncias de lado a lado sobre quem roncava ou falava sozinho, acordando o outro. Em suma, assim como não se entendiam despertos, menos ainda dormindo. Entretanto, quando acordou naquela manhã, a primeira coisa que Dilan fez se relacionou ao simples ato de espichar o braço para tocar na mulher. Mas a cama estava vazia. Fez do lençol uma capa e o fechou no corpo nu enquanto se encaminhava para fora. Parou no alpendre e se espichou, ouvindo uns estalinhos pelo corpo, aproveitou para bocejar com a boca bem aberta. Toldou o

