Ele respirou fundo, irado, a grudou pelo cabelo puxando forte, a encarou nos olhos: — Filha da p**a! — Cê tá me tirando e tudo tem limite, valeu, eu só não vou te esculachar aqui, porque tá carregando um filho meu. Ele a soltou com um empurrão, tirou a camiseta, voltou pra fora como se nada tivesse acontecido, começou a conversar rindo, tocou pandeiro com o pessoal do pagode, comeu, bebeu. Bastante tempo depois, a chamou pra ir embora, ela estava dentro do bar encostada no balcão. Foi indo atrás cabisbaixa, chorando. Quando chegaram em casa, ele foi tomar banho, começou a se arrumar pra sair, colocou roupas novas que ela comprou, camiseta polo, calça de grife, aparou a barba e se encheu de perfume. Ela estava deitada olhando. Quando ele ficou pronto, foi pegando a chave da fechadura: —

