BRUNO — Calma, meu amor — com a mão na sua boca e o suor escorrendo ao ponto de pingar na altura dos seus p****s vermelhos pelas minhas chupadas, continuo socando na sua buce*tinha, que me recebe de maneira tão gulosa quanto o meu p*u, que a penetra com reverência. — Você não quer que todo o condomínio saiba que estamos trepando, não é? — desgrudo os cabelos úmidos da sua testa suada. — Não... — responde, sem fôlego, ao cavar o calcanhar ainda mais firme na minha bu*nda, querendo auxiliar os movimentos e nos deixar mais grudados. Minha ferinha gananciosa. — Se isso acontecer, eu mato você — ameaça, mesmo quando não está em condições de fazer nada. A mulher nem ao menos tem fôlego para falar frases inteiras sem que tenha que puxar uma longa lufada de ar. Eu não estou diferente, com o corpo

