JR narrando Sandrinha é fogo. Desde o baile ela estava me negando, fazendo charminho, rodando a cara como se fosse dona da p***a toda. Só que bastou uma mensagem de alguma p**a para ela colar na minha boca e me liberar o acesso ao paraíso. Só que eu não queria só isso; queria mais, queria ela por inteira. — Me leva pra casa, eu quero que me faça sua. Eu já te perdoei — ela sussurrou no meu ouvido, sua voz baixa, quente, daquele jeito que me desmonta. Não pensei duas vezes. Joguei ela no carro e rasguei a pista até minha casa. Subi com ela enganchada no meu colo, o corpo dela colado no meu, minhas mãos cravadas naquela b***a que parecia feita sob medida. Só que, quando fui passar pela sala, dei de cara com o Bobe sentado com meus filhos. Travo na hora. Sandrinha se ajeitou no meu colo

