Capítulo 7 - O resgate e o estranho

2330 Words

Depois de uns três dias, eu não me aguentava de tanta fome que sentia — não que a gente não recebia comida, nem nada. É só que a gente recebia comida pra sobreviver, o que não era um hábito tão comum assim pra mim. Eu e Imma tentávamos planejar alguma coisa, mas sempre ficávamos receosos por achar que alguém pudesse ouvir nossos planos. Naquele dia, estávamos sentados no chão de pedra, frente a frente, com as pernas cruzadas. Falávamos baixinho, atentos a qualquer coisa suspeita ao nosso redor. — Quando Equidna vier trazer a comida — falei. — É o único momento que temos para fugir. Imma assentiu, concordando. — Ela vai colocar os dois pratos juntos — digo —, o que vai me dar tempo o suficiente para correr até a outra cela. E você vai me dar cobertura. Ultimamente, vendo Equidna indo

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