Eu saí da clínica onde Adriana está internada, sai mais leve, ao saber que ela não vai desistir do nosso filho, mas eu saí com a pulga atrás da orelha. Ele me pediu para eu investigar a tia Lene, no caso sua mãe, eu farei isso, mas antes vou ao meu país deixar Juan com uma pessoa de minha confiança, sei que essa pessoa daria sua vida para salvar o meu filho, não poderia ser outra pessoa para esse cargo. Ao sair da casa da minha irmã, com Juan no canguru, um apoio que coloca bebê, achei um máximo, pois aí fico com as duas mãos livres para carregar as nossas malas. Juan é um bebê tranquilo, Deus nos dar o fardo que podemos carregar, se ele fosse aquele bebê chorão, nesse momento eu não sei o que seria de mim e sozinho com ele. Minha irmã veio com aquela superstição que ela aprendeu com a

