O acordo

1031 Words
Eu me chamo Abby Estellyt sou uma agente de polícia dos Estados Unidos, ou melhor sou a delegada gata do meu estado, mas essa profissão eu devo ao meu pai que me insentivou a correr atrás desse posto, mas antes de me formar na polícia eu tive um relacionamento maravilhoso com o delegado do Estados da Luiziana, ele é gato e mexe comigo até hoje. Porém como tudo tem seus perrengue, meu pai já época não aprovava nisso namoro então eu tive que terminar, era isso ou meu pai iria me deserdar da família e isso não podia acontecer. Eu sou uma c****a nas mãos do meu pai, ele manda e desmanda na minha vida, eu devo muito a ele e está fora de cogitação eu ir contra ele nesse momento. Flashback... — Abby, eu não acredito que você vai terminar comigo só porque seu não me aceita como seu namorado? — Jacob, infelizmente eu não posso ir contra meu pai. — Você não me ama a ponto de nós dois lutar para ficarmos juntos? — Eu amo você, mas amo muito mais meu pai. — Entendi, então infelizmente não posso lutar sozinho, se você ama mais seu pai, eu acredito que nessa batalha eu saí perdendo. — Não me leva a m*l, mas não vou sair contra meu pai, eu não posso ficar com você sabendo que ele não aprova sinto muito. Ele saiu e não me deixou falar mais nada, eu senti uma forte dor no meu peito, uma falta de oxigênio invadiu o mesmo, eu só sabia chorar, porque meu pai não aceita meu namoro com Jacob, tudo séria mais fácil, mas não ele tem que barrar a minha felicidade. Os anos foram passando e as coisas foram acontecendo, eu sou a delegada, porém não sou eu que mando e desmando em meu posto, é como se eu fosse a frente de tudo, mas a cabeça mentora é do meu pai, eu não decido nada por aqui no distrito e isso me incomoda muito, é como se ele estivesse realizando um sonho dele em mim. É de perder as contas das vezes que reclamei para minha mãe sobre o comportamento dele, mas ela nada diz ou faz e isso me machuca tanto, única coisa que ela me fala é que estou exagerando, olha só se isso é exagero, eu não posso trabalhar em meu próprio trabalho. Vou dar um exemplo há vocês: Se chega um carregamento de drogas que minha equipe aprende, ele é o primeiro a querer resolver, se eu prendo um traficante poderoso, ele vai na frente e resolve tudo, antes mesmo de chegar nas mãos do juiz e isso me incomoda muito, não sei o que ele faz só sei que eu não sei de nada. Um dia eu fui na delegacia do Jacob porém ele não estava lá, eu queria a opinião dele sobre isso, mas acho que ele não faz mais parte da delegacia desse estado, quando eu retornei para a minha delegacia, meu pai estava com um bico do tamanho do mundo com raiva de mim, como ele ficou sabendo onde eu fui. — Abby, não estraga meus planos agora, se você sair atrás daquele i****a eu mato você. — Pai, além dele ser meu ex, ele ainda é meu amigo, eu tenho assuntos para tratar com ele sobre a delegacia, assuntos esses que o senhor não saberia resolver, pois não é formado na profissão. — Abby, eu sei mais do que você imagina, eu vou só te dar um recado, eu sei de coisas que aconteceram aqui que você está metida até o pescoço. — Eu não estou metida em nada pai, você está metido, eu não faço a mínima ideia do que você está falando. — Abby para de ser i****a, tudo o que eu fiz aqui foi em seu nome, então acho bom você ficar quietinha e não atrapalha meus planos, ou então tudo vai por água abaixo se você abrir o bico para aquele delegado frajuta. Meu Deus eu estou refém do meu pai, agora eu entendi o porquê ele fez eu terminar com Jacob, ele queria me usar para fazer as tramóia dele, agora eu tenho que ficar na minha se não vai acabar sobrando para mim. Os anos foram passando e meu pai cada dia mais enfiado na delegacia, as vezes da vontade de sumir, fugir de tudo isso, mas eu não posso deixar meu pai sozinho nessa, com o passar dos anos eu peguei gosto por isso e fui me envolvendo, mas aqui dentro grita de vontade de ir atrás do Jacob, mas o medo bate logo em seguida. Jacob não é bobo, só em abri minha boca ele ia saberia o que se passa em minha vida, é melhor eu me controlar e não ir atrás dele, mas o que eu posso fazer com o que eu sinto por ele, sei que ia se passaram anos e mesmo assim eu não esqueci ele, talvez nem ele me esqueceu. Andei pesquisando sobre a vida dele nesses últimos dias, não encontrei quase nada, só um fato estranho dele ir ao Brasil para prender um bandido que fez um limpa na cidade dele, comum? não, mas ele foi fazer essa operação fora daqui. Então eu decidi ir em sua casa, aproveitar que meu pai sai do país para resolver coisas do acordo, então se eu for rapidinho ninguém vai notar e bater com a língua nos dentes. Assim eu fiz, mas ao chegar lá me deparei com ele de malas prontas para ir ao Brasil novamente e dessa vez não há bandido, mas o que será que ela lê vai aproveitar lá, agora eu fiquei curiosa em saber o que tanto ele faz naquele país medíocre. Ele quase não me deu atenção, ele estava com pressa, o que ele vai fazer lá para deixar assim eu não sei, mas vou ficar na cola dele para assim descobrir e ter uma carta na manga, já que meu pai não gosta do Jacob aí tem coisa, talvez ele faz coisas pior que agente então vou ficar na dele até eu descobri e assim acabar com a festa dele. —
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