149 — urso O quarto estava um caldeirão. Eu estava ali, por cima dela, sentindo o calor que saía daquela b****a encharcada, e o meu piru latejando como se fosse rasgar a pele. A Juliana, toda trêmula depois de ter gozado na minha boca, me olhou com os olhos nublados e soltou aquela pérola: — Diego... põe camisinha... coloca, vai... — ela sussurrou, tentando manter um resto de juízo que ela já não tinha mais. Eu dei um riso de canto, uma risada de quem sabe que manda na p***a toda. Comecei a passar a cabeça do meu p*u na entrada dela, devagar, sentindo o mel dela lubrificar tudo, torturando a vontade dela. — Aham... pode deixar, gata. Aqui a sua camisinha ó... — debochei, e antes dela terminar de respirar, eu soquei tudo de uma vez, sem aviso, sentindo meu p*u entrar até o talo naquela

