154 — Urso Narrando No cu que eu vou deixar a Juliana ir sozinha pro posto. Mas nem fudendo. O papo era reto: o Pedro tá fazendo esse acompanhamento aí faz tempo e quem tava trazendo o moleque na maioria das vezes era eu ou algum dos meus homens de confiança. Agora, do nada, a dondoca quer vir? Com esse vestidinho marcando e o pescoço todo carimbado por mim? Alguma coisa tem. Se ela acha que eu sou o****o, ela tá muito enganada. Eu posso ter um milhão de problemas pra resolver na boca, carga pra receber e reunião com o conselho, mas o meu filho e a minha mulher são prioridade. Botei a quadrada na cintura, joguei a chave da caminhonete na mão e saí bufando. — Vamo embora, Pedro! Entra aí — mandei, já subindo no carro. Fui dirigindo aquele tanque de guerra pelas ruelas do morro com a ca

